Páginas

Seguidores

Link-me!


SALMO 9

Eu te louvarei, SENHOR, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.

Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.

Porquanto os meus inimigos retornaram, caíram e pereceram diante da tua face.

Pois tu tens sustentado o meu direito e a minha causa; tu te assentaste no tribunal, julgando justamente;

Repreendeste as nações, destruíste os ímpios; apagaste o seu nome para sempre e eternamente.

Oh! inimigo! acabaram-se para sempre as assolações; e tu arrasaste as cidades, e a sua memória pereceu com elas.

Mas o SENHOR está assentado perpetuamente; já preparou o seu tribunal para julgar.

Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão.

O SENHOR será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia.

Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam.

Cantai louvores ao SENHOR, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos.

Pois quando inquire do derramamento de sangue, lembra-se deles: não se esquece do clamor dos aflitos.

Tem misericórdia de mim, SENHOR, olha para a minha aflição, causada por aqueles que me odeiam; tu que me levantas das portas da morte;

Para que eu conte todos os teus louvores nas portas da filha de Sião, e me alegre na tua salvação.

Os gentios enterraram-se na cova que fizeram; na rede que ocultaram ficou preso o seu pé.

O SENHOR é conhecido pelo juízo que fez; enlaçado foi o ímpio nas obras de suas mãos.

Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.

Porque o necessitado não será esquecido para sempre, nem a expectação dos pobres perecerá perpetuamente.

Levanta-te, SENHOR; não prevaleça o homem; sejam julgados os gentios diante da tua face.

Põe-os em medo, SENHOR, para que saibam as nações que são formadas por meros homens. (Selá.)








Share


SALMO 8



Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!


Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador.


Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;


Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?


Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.


Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés:


Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo,


As aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares.


O SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra!

PERDOAR FAZ BEM



Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.
Mateus 18:21-22

Na vida magoamos, e somos magoados, às vezes magoamos quem amamos porque somos imperfeitos, na maioria das vezes magoamos na hora da ira, e nem sabemos o que estamos falando ou fazendo.

O ser humano magoa e é magoado, por causa de suas imperfeições e seu orgulho.

Mas quando magoamos e assumimos nosso erro, damos chance para o Amor abrir uma ponte que nos fará admitir nossos erros, e o Amor fará com que o perdão flua do nosso coração e vencerá sobre todos os sentimentos de magoas que teima em grudar nas paredes do coração, o Amor vence tudo que nos aflige, vence todos os sentimentos negativos, o Amor vence as razões e o Eu que muitas vezes nos domina de uma forma assustadora.

Saber pedir perdão, é para os corajosos, porque admitir o erro não é fácil, e para que isso aconteça em nossas vidas é necessário nascer de novo, e Cristo com essas palavras nos da a receita para vivermos uma vida de vitória Espiritual.




Há um novo cheiro no ar, e ele é o indicativo de que algo esta mudando.

Desta forma conseguimos identificar que a paisagem fria e os ramos solitários do inverno estão ficando para traz e uma nova estação esta chegando, a Primavera. Nela, o colorido das flores ilumina a visão, o seu cheiro agrada o olfato e o som dos pássaros eleva a lama em uma canção ao criador.

Tal como a chegada da estação das flores é o chamado do Amado e vivemos em constante renovação.

No livro de Cantares está escrito: “O inverno já foi, a chuva passou, e as flores aparecem nos campo. É temo de cantar.”!

Não há motivo para insistir em manter-se em um rigoroso inverno espiritual se Deus nos chama a viver em novidade de vida.

Aproveite a primavera e viva uma renovação espiritual.

Esqueça os dias chuvosos e de ramos até mesmo sem folhas, e comece a produzir flores, frutos e sons que adoram ao Senhor Jesus, o nosso Amado.

Nesta primavera produza, , exale o bom perfume de Cristo, e quando chegar o verão os frutos estarão prontos para a colheita.

VIVA A PRIMAVERA

(Pastor Robson Ismael Mafra)



UMA MULHER GRACIOSA


...Ela se chamava Ana (l Samuel 1. 2)

Você vai conhecer essa mulher encantadora que a Bíblia menciona no livro de l Samuel, seu nome significa graciosa, amabilidade e generosidade. Quando você lê sobre essa mulher você não encontra nenhum comentário negativo.

Ana dividia seu marido com uma mulher chamada Penina, ela não podia ter filhos e por conta disso era hostilizada por Penina, ofensas e insultos eram dirigidos a ela, Penina a irritava sem parar, e por isso Ana era triste, mas ela era uma mulher temente a Deus tinha uma comunhão intima com o Senhor Deus.

Em determinado dia do ano ela ia com seu esposo Elcana até a casa do Senhor para adorá-lo e oferecer sacrifícios, e num desses dias ele fez um voto ao Senhor.

Ela diz: “Senhor dos Exercito, se benignamente atentares para a aflição da tua serva...e lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida.”

Quando Ana orava ao Senhor , ela foi mal interpretada, Eli o sacerdote, sentado próximo a Ana, viu que ela só mexia com os lábios, concluiu que ela estava embriagada, e a acusou na mesma hora, mas ela com toda a humildade explicou a ele, que era uma mulher atribulada de espirito por não poder ter filhos. Depois de escutá-la Eli viu que ela era uma mulher delicada e graciosa e disse-lhe: Vai-te em paz, eo Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.

Ana creu, alegrou-se na promessa. Depois te ter recebido a benção de Eli, essa mulher, que tinha orado e jejuado, chorado com a alma angustiada e desesperada,, foi para casa, alegre e confiante que logo geraria um filho.

Depois de esperar Ana concebeu um lindo menino, e cumpriu sua promessa, ela nunca se esqueceu que devia o entregar ao sumo sacerdote de Deus para servir ao Senhor todos os dias da sua vida.

Mulher que lição podemos tirar dessa história?

Minha querida amiga, quando você estiver sendo afrontada, triste, adore a Deus, compreenda que temos que nos habituar a depositar diariamente nas mãos de Deus os nossos problemas. Permita que Deus cuide de você, agarre-se a oração como fez Ana, e com certeza todas as promessas de Deus vão se cumprir na tua vida



SEM PERDÃO NÃO EXISTE AMANHÃ



Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios. Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.

Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.

Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.

Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.

Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.

Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.

Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.

Pr Ed René Kivitz


Li essa mensagem no Blog da minha amiga Regina achei muito maravilhosa e edificante, fico grata a ela por ter me autorizado a coloca-la aqui.

http://mulheresvirtuosas.ning.com/profile/ReginaOliveira




VERSÍCULO PARA HOJE